terça-feira, 12 de agosto de 2014

UMA BRUXA QUE SE CONVERTEU AO CATOLICISMO


Era a "bruxa" mais famosa da Colômbia e após exorcismo converteu-se e hoje propaga a devoção do Santo Rosário

 


BOGOTÁ, 01 Abr. 14 / 01:01 pm (ACI/EWTN Noticias).- Durante duas décadas, entre os anos 70 e 80, foi a bruxa mais famosa da Colômbia. Políticos, artistas e narcotraficantes solicitavam seus serviços, até que um dia se encontrou com uma religiosa, recebeu um exorcismo e abraçou a fé católica que agora proclama.

Faz uns dias o jornal El Tiempo publicou uma entrevista na qual a ex-bruxa -cuja identidade mantém em reserva- relatou os perigos da bruxaria, narrou com detalhes seu exorcismo e sua surpreendente conversão.

“As pessoas pensam que não há nada de mal em que lhe adivinhem a sorte”, adverte e assegura que assim permitem que o mal entre nelas.

Agora é mãe de família, lidera um grupo de oração, viaja pelo país advertindo sobre a bruxaria e promove a causa pró-vida ajudando muitas jovens a desistirem do aborto. As suas armas principais são a oração do Santo Terço e a Missa diária.

A mulher está convencida que “quando entregamos tudo a Cristo e lhe pedimos que faça o que queira conosco, o Senhor é maravilhoso e misericordioso. Eu continuo pecando, mas Deus vai tirando um por um, até eliminá-lo”.

Ela começou as práticas de bruxaria quando era muito jovem, quando costumava visitar uma pessoa para que lhe adivinhe a sorte. Começou com a leitura de cartas e o cigarro até converter-se em “especialista”.

Quando uma pessoa pratica a bruxaria mesmo que seja por curiosidade “abrimos nosso corpo e nosso coração para que entrem espíritos do mal. E esclareço: como existe Deus, existem a bruxaria e o poder do maligno”, assegura.

Agora recomenda que “aqueles que estejam metidos nestas coisas, procurem um sacerdote que os oriente e lhes faça uma oração de libertação, ou façam uma confissão de todo coração para que os perdoem desse atentado contra a fé de Deus. Se o caso for muito grave, talvez seja necessário o exorcismo. Mas deve ser com um sacerdote autorizado, não com qualquer um”.

Em sua nova vida, a mulher está convencida de que “para caminhar para Deus é preciso ensinar os outros a escolherem o caminho. As minhas palestras partem de uma vivência e o único que busco é que as pessoas não caiam no mesmo erro que eu caí e que não mudem o único Deus que existe por um monte de deuses”.

“Quando falo isso, estou querendo dizer que não temos a confiança plena no Senhor, nem a esperança nele. Não sabemos pedir-lhe e não o temos como Pai. E acreditamos que uma planta, uma bebida ou uma ferradura têm mais poder que Ele”.

Para a mulher, a bruxaria é algo de todas as épocas. “Veja a televisão e suas mensagens, que promovem àquelas pessoas a quem se pode acudir quando o marido vai embora ou quando o namorado não gosta mais. Ou então não são comuns os cartazes que dizem: ‘venha e falo para você sobre o seu futuro’? Claro! Na rua entregam papéis que dizem: ‘amarramos seu ser querido e se não acontecer, devolvemos o dinheiro’. A bruxaria é um negócio do maligno onde a pessoa algumas vezes acredita que está conversando e em outras sim sabe que com isso se faz o mal”.

“Sou inimiga do I-Ching, da nova era, do feng shui, porque tudo isto desagrada a Deus e eu quero levar Deus em meu coração. Preciso pedir fortaleza para não voltar a cair. Quando as pessoas dizem ‘não me entra nenhum mal’, eu dou risada porque para que não te entre nada tem que estar confessado, comungado e rezar o terço. Essas são as armas”, concluiu.

FONTE:





sábado, 9 de agosto de 2014

MALLEUS MALEFICARUM NÃO FOI APROVADO PELA IGREJA CATÓLICA E FOI PROIBIDO NA ÉPOCA DA INQUISIÇÃO






O Malleus Maleficarum foi compilado e escrito por dois inquisidores dominicanos, Heinrich Kraemer e James Sprenger (em latim, Henrici Institoris e Iacobus Sprenger ).

 Os autores fundamentavam as premissas do livro com base na bula Summis desiderantes, emitida pelo Papa Inocêncio VIII em 5 de dezembro de 1484, o principal documento papal sobre a bruxaria. Nela, Sprenger e Kramer são nomeados para combater a bruxaria no norte da Alemanha, com poderes especiais.

Kramer e Sprenger apresentaram o Malleus Maleficarum à Faculdade de Teologia da Universidade de Colônia, na Alemanha, em 9 de maio de 1487, esperando que fosse aprovado. Entretanto, o clero da Universidade condenou a obra, declarando-a ilegal e antiética. 

Kramer, porém, inseriu uma falsa nota de apoio da Universidade em posteriores edições impressas do livro.



O ano de 1487 é geralmente aceito como a data de publicação, ainda que edições mais antigas da obra tenham sido produzidas em 1485 ou 1486.

  A Igreja Católica proibiu o livro pouco depois da publicação, colocando-o no Index Librorum Prohibitorum (Índice dos Livros Proibidos). 

Apesar disso, entre os anos de 1487 e 1520, a obra foi publicada 13 vezes. Entre 1574 e a edição de Lyon de 1669, o Malleus recebeu um total de 16 novas reimpressões.

A suposta aprovação inserida no início do livro contribuiu para sua popularidade, dando a impressão de que tinha respaldo oficial. 

O texto chegou a ser tão popular que vendeu mais cópias do que qualquer outra obra à exceção da Bíblia, até a publicação d'El Progreso del Peregrino, de John Bunyan, em 1678.

Os efeitos do Malleus Maleficarum se espalharam muito além das fronteiras da Alemanha, provocando grande impacto na França e Itália, e, em grau menor, na Inglaterra.






Embora a crença popular consagrasse o Malleus Maleficarum como o clássico texto católico romano no que cabia à bruxaria, a obra nunca foi oficialmente usada pela Igreja Católica.

Kramer foi condenado pela Inquisição em 1490, e sua demonologia considerada não acorde com a doutrina católica. 

Porém, seu livro continuou sendo publicado e usado também por protestantes em alguns de seus julgamentos contra bruxas.

No Brasil foi publicado pela editora Três em 1976 com o título Malleus Maleficarum: Manual de Caça às Bruxas e, posteriormente, pela editora Rosa dos Tempos com o título O Martelo das Feiticeiras.







sábado, 2 de agosto de 2014

Mulher de igreja evangélica ajuda mãe a matar filha em ritual



Cascavel - 31/07/2014 12h53 - Atualizado em 31/07/2014 13h35

Maria Clara: pastor afirma que ritual purificador não é comum na igreja

A prisão preventiva de Vanessa e Giulia já foi expedida



A polícia não conseguiu desvendar ainda ao certo como da pequena Maria Clara, 6 anos, foi morta. O corpo foi encontrado em uma área rural, entre Cascavel e Santa Tereza do Oeste.

O local é conhecido como monte de oração. A área é de mata fechada, o que ajuda a manter em segredo o que acontece. Realmente o local é utilizado por fiéis de algumas igrejas. "Acontece sim oração em alguns lugares. Algumas igrejas têm o costume de se retirar e fazer orações".

Uma mulher que mora perto do monte já frequentou o local. "Dois anos atrás a gente foi no monte orar em família". E foi no monte da oração que Giulia encontrou o local adequado para ocultar o cadáver de Maria Clara, esconderijo acima de qualquer suspeita. Giulia pertencia à Igreja Internacional da Graça de Deus, o que não durou muito tempo. "Ela foi expulsa de lá, sumiu por um tempo, depois voltou e veio pra cá". Vanessa, mãe da menina morta, disse que a violência fazia parte de um ritual de purificação.

As Associações dos Pastores das Igrejas Evangélicas de Cascavel demonstraram preocupação com as declarações e esclarecem que rituais não fazem parte da vivência cristã. "Não tem essa prática de ritual de purificação".

A prisão preventiva de Vanessa e Giulia já foi expedida. O advogado das duas já adiantou que vai pedir teste de incidente de insanidade, que poderá comprovar como estava a saúde mental das suspeitas.

"Nas nossas casas e na vizinhança há comportamentos que algumas vezes são tidos como estranhos, esquisitos, bizarros, excêntricos. Algumas vezes estamos testemunhando auditivamente e visualmente situação que podem resultar em casos de primeira página de jornal".
Jornal da Catve





OUTRA REPORTAGEM SOBRE A MATÉRIA:


29/07/2014 -- 15h11

Mãe que matou filha no Paraná esperava 'ressurreição'

Redação Bonde
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Policiais interrogaram Vanessa Aparecida Ramos do Nascimento, mãe da menina Maria Clara, de seis anos, encontrada morta na manhã desta terça (29) em um matagal de Cascavel. A criança foi assassinada em 4 de março deste ano e era dada como desaparecida. 
A mãe confessou que agredia a menina e outra filha que hoje tem dois anos, com a intenção de "purificar" as meninas, que estariam possuídas pelo demônio.

Segundo o delagado Edgar Santana, o crime também foi cometido por outra mulher que passou a morar com Vanessa. "A mulher contou que estava fazendo o ritual de purificação da criança e que Giulia teria dito que para dar certo precisaria por Maria Clara no porta-malas do carro e ela fez isso às 3 horas da madrugada. Às 9 horas da manhã, quando foi ao veículo, a menina estava morta. Depois ela ficou com o cadáver dois dias em casa, acreditando que a filha fosse ressuscitar, quando viu que isso não ia acontecer, ocultou o cadáver", contou o delegado.

A polícia ainda não dá a investigação por encerrada. O Escort da mãe foi apreendido e será levado para perícia. O inquérito deve ser concluído nos próximos dias. (com informações da CGN)






TORTURADOS POR PASTOR EVANGÉLICO

29/07/2014 12h29 - Atualizado em 29/07/2014 12h29

Laudo comprova que internos de clínica de reabilitação eram torturados

Segundo a polícia, pelo menos dez pessoas sofreram agressões, em Goiás.
Três suspeitos seguem presos em Quirinópolis; estabelecimento foi fechado.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
Um laudo da Polícia Técnico-Científica comprovou que internos eram torturados em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, em Quirinópolis, sudoeste de Goiás. De acordo com a Polícia Civil, até o momento, dez vítimas já foram identificadas. Três suspeitos pelas agressões seguem presos na cidade.
O caso foi descoberto depois que uma das vítimas fugiu da clínica e denunciou o caso à polícia. A prisão dos suspeitos, que são um pastor evangélico e sócio do local, o outro sócio e um interno que ajudava na coordenação dos trabalhos, ocorreu no último dia 11. A clínica ainda não foi fechada pela Justiça, mas permanece fechada.
Durante os depoimentos,  algumas das vítimas também apresentarem lesões pelo corpo que teriam sido causadas pelos detidos. Além disso, no estabelecimento foram encontrados vários objetos que, segundo a polícia, comprovam os delitos. Entre eles estão uma arma de pressão, medicamentos que seriam usados para dopar os pacientes, cordas e fios elétricos, além de um pedaço de madeira e um aparelho de choque.
O delegado responsável pelo caso, Tommaso Leonardi, disse que a polícia acredita que outras pessoas possam ter sofrido agressões. “Dez vítimas já é muita coisa, pensando que existiam 21 pessoas na clínica. Então, com certeza, já temos provas suficientes para comprovar que houve delito”, explicou.
Segundo Tommaso, os três deverão responder pelos crimes de sequestro e cárcere privado. “Eles responderão também pelo crime de corrupção de menores, pois alguns adolescentes praticaram crimes em concurso com esses agentes”, destacou.
arma choque em Quirinópolis, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Aparelho de choque foi recolhida em clínica pela polícia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
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